Mês: dezembro 2015

Comparando a projeção de um Epson com uma TV de 42″

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Microsoft usa a nuvem para ir do elevador ao coração

Microsoft_bandMicrosoft Band, pulseira digital da companhia

As pessoas se acostumaram a ver a Microsoft em seus computadores por conta do sistema operacional Windows e de softwares populares, como o Word e o PowerPoint. Mas a julgar pelos planos da companhia americana de software, será possível encontrá-la em um número cada vez maior de lugares no futuro próximo. Pode ser no elevador, no supermercado, no carro e, acredite, até dentro do corpo humano. O caminho para chegar a tantos destinos diferentes é o que o francês Jean-Philippe Courtois, presidente da Microsoft International, chama de “nuvem inteligente”. A nuvem é o modelo pelo qual softwares e arquivos ficam armazenados em centros de dados e são acessados a distância.

Para oferecer esse tipo serviço, a Microsoft montou uma enorme infraestrutura global, na qual já investiu cerca de US$ 15 bilhões. São cem centros de dados no mundo, sendo três deles no Brasil. A primeira unidade no país foi aberta em 2014.

Para mostrar do que se trata, Courtois exibe sua Microsoft Band, a pulseira digital da companhia, atualmente em sua segunda geração. O dispositivo tem um sensor que mede a frequência cardíaca do usuário.

A medição, explica, pode ser enviada em tempo real para o consultório de um médico ou hospital que queira oferecer um serviço on-line ao cliente. Ao avaliar os dados e perceber alguma alteração importante, o médico é capaz de emitir um alerta para o paciente, pelo telefone ou pela própria pulseira.

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Curiosidades da informática – como surgiu a Arroba (@)

arroba

Na Idade Média, os livros eram escritos pelos copistas à mão. Precursores da taquigrafia, eles simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido (tempo era o que não faltava naquele tempo). O motivo era de ordem econômica: tinta e papel eram caríssimos.

Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um “m” ou um “n”) que tornava nasal a vogal anterior. Um til é um “enezinho” sobre a letra, pode olhar.

O nome espanhol Francisco (que também era escrito “Phrancisco”) ficou com a abreviatura “Phco.” e “Pco”. Daí foi fácil todo Francisco ganhar, em Espanhol, o apelido de “Paco”.

Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um acontecimento significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de “Jesus Christi Pater Putativus”, ou seja, o “Pai Putativo (suposto) de Jesus Cristo”. Mais tarde, os copistas passaram a adotar a abreviatura “JHS PP” e, depois, somente “PP”. A pronúncia dessas letras, em sequência, explica porque José em Espanhol tem o apelido de “Pepe”.

Já para substituir a palavra latina “et” (e), os copistas criaram este símbolo, que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como “e comercial” . Em inglês, tem o nome de “ampersand”, que vem do “and”  (“e” em inglês) + “per se” (do latim por si) + “and”.

Com o mesmo recurso do entrelaçamento de duas letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina “ad”, que tinha, entre outros, o sentido de “casa de”. Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço. Por exemplo: o registro contábil “103″ significava “10 unidades ao preço de 3 libras cada uma”. Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês como “at” (“a” ou “em”).

No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar as práticas comerciais e contábeis dos ingleses. Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @ (“a” ou “em”), acharam que o símbolo era uma unidade de peso. Para esse entendimento contribuíram duas coincidências:

1 – A unidade de peso dos espanhóis, na época, era a arroba, cujo “a” inicial lembra a forma do símbolo.

2 – Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registro de “10@£3” assim : “dez arrobas custando 3 libras cada uma”. Então o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.

A palavra “arroba” vem do árabe “ar-ruba”, que significa “a quarta parte”. Uma arroba (15 kg em números redondos) correspondia a ¼ de outra medida de origem árabe, o “quintar” (o quintal), equivalente a 58,75 kg.

As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (O escritor Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais datilografados). O teclado tinha o símbolo @, que sobreviveu nos teclados dos atuais computadores.

Em 1971, ao desenvolver o primeiro programa de correio eletrônico (“e-mail”), Roy Tomlinson aproveitou o sentido @ (“at”), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim, “fulano@provedor X” ficou significando “fulano no provedor X”. Em diversos idiomas, o símbolo @ ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. Em Italiano, chama-se “chiocciola” (caracol), em Sueco “snabel” (tromba de elefante) e, em Holandês, “apestaart” (rabo de macaco). Em outros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: “shtrudel”, em Israel, “strudel”, na Áustria e “pretzel” em vários outros países europeus.

(Do livro: “A Casa da Mãe Joana”  de Reinaldo Pimenta – Editora Campus)

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Novo serviço da AWS complementa o Deep Security
Um dos serviços anunciados durante a AWS re:Invent 2015 foi o Amazon Inspector, que analisa a atividade em suas instâncias, a compara com recomendações de mercado e notifica sobre potenciais riscos de segurança. Clientes do Trend Micro™ Deep Security™ podem, então, facilmente agir sobre estes riscos.
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Novos ataques Pawn Storm: clientes Trend Micro estão protegidos
A equipe de pesquisa de vulnerabilidades da Trend Micro encontrou três novas brechas usadas em ataques de dia-zero como parte da operação Pawn Storm desde julho de 2015. Este artigo explica por que os ataques continuam surgindo e como os clientes da Trend Micro já estão protegidos.
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