Mês: abril 2017

Mitos sobre servidores

1) Não preciso de um servidor: Uma rede P2P, com várias máquinas ligadas entre si, de forma descentralizada, pode até atender às necessidades da empresa hoje, mas eventualmente ela não será o suficiente. Não é uma questão de “se”, mas de “quando”. Em vez de ser pego de surpresa e ter de lidar com uma crise, que tal começar a planejar desde já a migração para um servidor? Quando a empresa der um salto de crescimento, você irá agradecer.

2) Servidores são caros: de forma alguma. Um HP ProLiant ML 30 custa menos do que um PC doméstico de boa procedência, e é muito mais adequado à tarefa de manter a empresa funcionando. O baixo consumo de energia, o aumento na confiabilidade e a agilidade da operação garantem rápido retorno do investimento, e não se esqueça de levar em conta que o hardware inclui garantia de um ano para peças e mão de obra, com atendimento no local no próximo dia útil. Ou seja, no caso de uma falha, é possível contar com um técnico da HP para ajudá-lo a colocar tudo no lugar o mais rápido possível.

3) Um servidor é demais para minha empresa: o HP ML30 é construído de forma modular. Em sua configuração-base, ele é feito sob medida para atender às necessidades de uma pequena empresa. A empresa, no entanto, pode crescer sem sustos, pois o ML30 irá acompanhá-la, visto que pode ser expandido com mais memória e espaço em disco, além de novo software, conforme necessário.

4) Vou precisar de espaço físico/infraestrutura especial: este mito tem origem nos primórdios da informática, quando mesmo os mais simples servidores eram máquinas imensas, que precisavam ser instaladas em salas amplas, com piso elevado, rede elétrica separada e ar-condicionado sob medida. Tudo o que ele precisa é de um cantinho, uma tomada e um cabo de rede. Cabe até sob uma mesa. E a melhor parte: ninguém notará que ele está lá, graças ao baixo nível de ruído.

5) Servidores são difíceis de gerenciar: faça uma conta simples e nos diga o que é mais fácil gerenciar, um único servidor ou uma dúzia de desktops, cada um com configurações, conjuntos de software e até mesmo sistemas operacionais diferentes? Além disso, sistemas operacionais modernos trazem ferramentas que facilitam a administração de um servidor, e a sua empresa sempre pode contar com a ajuda da Klop para capacitar sua equipe. E o HP ProLiant ML30 oferece total flexibilidade na administração: com um cartão de acesso remoto, opcional, é possível controlar o servidor a distância, por meio da Internet, como se estivesse sentado à frente dele.

Assista ao vídeo e saiba mais:

HORA DE INVESTIR

Se alguns mitos foram quebrados, chegou a hora de saber: quais as vantagens de investir os poucos recursos em um servidor? Será que vale mesmo a pena? Argumentos favoráveis não faltam.

Redução de custos: a informatização é hoje o meio mais eficiente para reduzir custos. A revolução do computador, que teve início na década de 40, permitiu que atividades realizadas manualmente fossem automatizadas. Com isso, trabalhos que demoravam dias passaram a ser feitos em horas, o que economiza tempo e dinheiro.

Produtividade: faça uma conta simples. Pegue um processo manual qualquer da sua empresa e divida o salário de quem o realiza pelo tempo que ele demora para fazê-lo. De maneira bem simples, é possível chegar ao custo de determinada tarefa para a empresa. Ao automatizar processos manuais, a companhia vai gastar menos tempo em certas atividades, o que significa dizer que a produtividade aumentou. E isso, atualmente, faz a diferença diante da concorrência.

Atendimento ao cliente: cliente satisfeito volta sempre. Sim, é um jargão. Mas é sempre bom lembrá-lo. A tecnologia, se bem aplicada, ajuda a empresa a atender bem ao freguês. Desde sistemas complexos de atendimento ao cliente, conhecidos pela sigla de CRM, até mecanismos simples como um identificador de chamada, que permite a uma pizzaria, por exemplo, reconhecer quem liga e oferecer atendimento personalizado. São ferramentas que melhoram a relação com o cliente.

Integração: sem tecnologia, muitas vezes não é possível vender para um grande cliente potencial, que está levando seu processo de compra para portais B2B (que fazem transações eletrônicas entre empresas) ou por meio de sistemas de compras eletrônicas. A empresa, com certeza, não quer perder a oportunidade de vender para um grande cliente.

Internet: a tecnologia baseada na web é hoje uma ferramenta essencial para a comunicação com parceiros de negócios e clientes. Ela também conjuga todas as vantagens citadas anteriormente. É fundamental para reduzir custos, ajuda a atender melhor ao cliente e integra os negócios de forma rápida e barata.

Para que serve um servidor?


servidor
À medida que a empresa cresce, cresce também a necessidade de investimento em TI. As informações precisam trafegar com agilidade, estar sempre disponíveis e protegidas. O diretor da Klop Informática, Márcio Lopes, alerta que “além do acesso rápido a dados, a segurança contra agentes externos e infortúnios são fatores relevantes, que podem otimizar a competitividade e a capacidade operacional da empresa”.
Com informações espalhadas por diversas máquinas, trabalhar com agilidade torna-se complicado. Simplificando, um servidor é um computador dedicado a oferecer um serviço ou recurso a outros computadores em uma rede, que são chamados de “clientes”.
Nubia Lopes, gerente comercial da Klop Informática, explica que existem inúmeros tipos de servidores, de acordo com a função que desempenham. “Um servidor pode agrupar arquivos acessíveis a todas as máquinas da rede ou um servidor de impressão pode controlar o acesso a uma ou mais impressoras. Já o servidor de backup centraliza tanto a execução quanto o armazenamento dos dados de backup dos computadores ligados a ele”. Além desses exemplos, Nubia cita também que há servidores web, que hospedam conteúdos de sites. Dependendo da configuração da máquina, e das necessidades da empresa, um único computador pode até mesmo atuar como múltiplos “servidores” em funções relacionadas.

Servidor “Frankenstein”
Não é incomum que uma pequena empresa, ciente das vantagens na migração para uma rede baseada em servidor, decida “economizar”, montando seu próprio servidor com partes facilmente disponíveis no mercado. O resultado é um servidor “Frankenstein”, com peças de procedência variada, que não passa de um PC um pouco mais sofisticado. Por um tempo, ele vai atender às necessidades da empresa, mas pode acabar apresentando um novo conjunto de problemas como resultado da falta de conhecimento das reais exigências de um servidor.

Por que investir num servidor?
Alguns mitos, que sempre foram considerados barreiras para que as micro e pequenas empresas se beneficiem dessas ferramentas, estão ruindo. Não ver os benefícios no uso dessa tecnologia e o medo de um investimento elevado ou da necessidade de uma estrutura especial estão entre os empecilhos citados por pequenos e microempresários que impedem a adoção dos servidores.

Confira no próximo post a Klop Informática trará um texto sobre os mitos sobre servidores. Não perca!

De olho nos não-licenciados

post licenciamentoEmpreendimentos, com dois a dez computadores, vêm recebendo cartas da Associação Brasileira de Empresas de Software (ABES), ou de escritórios jurídicos, solicitando as licenças dos softwares utilizados. Na pior das hipóteses, um oficial de justiça e um perito com mandado para fiscalização aparecem na empresa sem aviso. Isso acontece porque as desenvolvedoras de softwares como Microsoft, Symantec, Adobe e Autodesk intensificaram a fiscalização do uso irregular de softwares e pirataria. Ponta Grossa, como polo comercial regional com concentração de empresas de todos os portes, tem recebido cada vez mais fiscalizações.

Multa

A Lei 9.609/98 estabelece que a violação de direitos autorais de programas de computador é crime, punível com pena de detenção de 6 meses a 4 anos. Além da multa, até 3000 vezes o valor de cada software utilizado, as desenvolvedoras têm ganho inúmeras ações indenizatórias na justiça. Em caso de indenização, todos os envolvidos respondem ao processo, desde o usuário, passando pelo gestor de TI, até o dono da empresa.

O que fazer em caso de fiscalização e auditoria?

Se você receber uma carta, uma ligação de um fiscal ou do fabricante, a primeira coisa a fazer é não perder a calma. Atenda a ligação e descubra o que realmente ele quer. Nem sempre é uma fiscalização. Depois disso, entre em contato com uma empresa especializada em licenciamento de software, que fará o levantamento do que sua empresa usa. Após este mapeamento, indicará o que sua organização realmente precisa. “Muitas vezes o cliente tem softwares piratas que não utiliza e os softwares que ele precisa têm versões acessíveis de licenciamento”, esclarece Nubia Lopes, gerente comercial da Klop Informática. Ela ainda enfatiza que, muitas vezes, o que o cliente precisa é do suporte de um profissional que indicará como colocar a casa em ordem, investindo somente o necessário. “O especialista recomendará quais licenças são necessárias e o que precisa ser regularizado”, diz.

Outro erro comum acontece no retorno do informativo de licenças que é gerado com erros e duplicidade, já que licenciamento de software, muitas vezes, parece uma sopa de letrinhas. “É preciso entender o que está instalado e o que precisa ser informado no documento fiscal”, explica o diretor da Klop Informática, Márcio Lopes.

Windows

O produto Microsoft mais pirateado ou com licenciamento equivocado é o Windows. “O erro mais comum entre as empresas é a utilização do licenciamento Home enquanto o correto seria licenciar a versão Profissional”, comenta Nubia.

Como regularizar

Hoje, para licenciamento correto das máquinas que já existem na empresa existe o ESD, opção de Download. Essa possibilidade substitui as antigas caixinhas, Full Packaged Product (FPP), porém não é possível instalar versões anteriores (downgrade) . Márcio Lopes enfatiza que o empresário poderá optar apenas por Windows 10 Profissional (32 ou em 64 bits), além de poder comprar uma licença de cada vez, não tendo mínimo para compra.

Na versão Open são necessárias, no mínimo, cinco licenças por CNPJ. Após aberto o contrato, o cliente pode adquirir licenças de 01 em 01. A vantagem é utilizar uma chave para a quantidade de licenças adquirida e fazer downgrade até a versão do Windows 7 Profissional, se precisar.

Promoção

Os empresários devem estar atentos e aproveitar a oportunidade para colocar a casa em ordem. “Na Klop, até dia 30/04/2017, o cliente pode aproveitar a campanha da Microsoft para pedidos acima de R$ 7 mil de licenças Microsoft Open. Nessa promoção, é possível parcelar em até 12 vezes sem juros”, esclarece a gerente, Nubia. Existem também as licenças OEM, mas estas só podem ser adquiridas junto com micros e notes novos, devendo estar constando na mesma Nota Fiscal.

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Para maiores informações entre em contato com um especialista da Klop Informática, empresa que há 13 anos atua na área de licenciamento de software . A Klop trabalha com os principais desenvolvedores de Software como Adobe, Autodesk, Corel, Microsoft, Red Hat e Trend Micro. É parceira certificada Microsoft.

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